Quanto mais as coisas mudam, mais ela permanecem iguais. Eu não tenho certeza de quem foi a primeira pessoa a falar isso, provavelmente Shakespeare, ou talvez Sting, mas no momento é a frase que melhor explica meu defeito: minha incapacidade de mudar.
Eu não acho que estou sozinho nisso. Quanto mais eu conheço outras pessoas, mais eu percebo esse tipo de defeito. Permanecendo exatamente iguais, enquanto for possível. Permanecendo perfeitamente imóveis, se sentem bem de alguma forma.
E se vocês estão sofrendo, a dor é pelo menos familiar. Porque se você agarrar esse salto de fé, saindo da caixa, fazendo algo inesperado, quem saberá se outra dor estará esperando lá fora? As chances podem ser ainda piores, então você mantêm o status atual, escolhendo a estrada já conhecida, e isso não parece tão ruim, não tanto quanto o defeito pode chegar.
Você não é um viciado em drogas, você não está matando ninguém...exceto um pouco de você mesmo, talvez.
Quando finalmente mudamos, eu não acredito que seja como um terremoto ou uma explosão, onde subitamente tudo que somos vira uma outra pessoa. Acho que é muito menor que isso. O tipo de coisa que a maioria das pessoas não vai nem perceber, a menos que elas olhem de perto, extremamente de perto. O que, graças a deus, elas nunca fazem. Mas você percebeu isso. dentro de você, essa mudança se parece como um mundo de diferenças e você espera que assim seja para que esta seja a pessoa que você será para sempre. Para que você nunca mais tenha que mudar novamente.”
Ephram Brown, Everwood, 5º episódio, 2ª temporada.Sempre me identifiquei muito com o Ephram Brown e essas palavras são as que mais se parecem comigo.
Senhor Presidente, estamos a refletir sobre um diploma legal em vigor há quarenta anos, dos quais vinte, como ressaltei quando apreciamos a inconstitucionalidade da Lei nº 5.250/67, simultaneamente, com a Carta da República.
[...]
Não consigo conceber, sob o ângulo formal, inconstitucionalidade superveniente.
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Penso que o jornalista deve deter formação, uma formação básica que viabilize a atividade profissional no que repercute na vida dos cidadãos em geral.
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É possível erro nesse campo? É possível mesmo se detendo curso superior, como é possível erro no campo da Medicina, no campo do Direito, como é possível erro mesmo no âmbito desta Corte, já que a Justiça é obra do homem, sendo passível de falha.
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Presidente, não tenho como assentar que essa exigência [do diploma], que, ante os votos já proferidos, será facultativa, frustrando-se inúmeras pessoas que acreditam na ordem jurídica e matriculam-se em faculdade, resulte em prejuízo à sociedade brasileira. Ao contrário, devo presumir o que normalmente ocorre, não o excepcional: tendo o profissional o nível dito superior, estará mais habilitado à prestação de serviços profícuos à sociedade brasileira.
É difícil, Presidente, no Colegiado, após tantos votos em certo sentido, adotar entendimento diverso. No entanto, já afirmei que minha sina é divergir.
[...]
Peço vênia a Vossa Excelência e aos colegas que o acompanharam para conhecer do extraordinário e desprovê-lo.
Voto do Min. Marco Aurélio, STF, no recurso extraordinário 511.961/SP, no qual foi declarada não recepcionada a lei da imprensa que exigia o diploma de nível superior em Jornalismo para as atividades próprias de Jornalista.Eu, se ministro fosse, acompanharia a divergência apontada pelo Ministro Marco Aurélio.
No texto normativo em pauta, se tem a partir de como referência ao passado. O “a partir de” daquele texto significa desde, remetendo-se a fatos e períodos passados.
Parece, assim, que não apenas princípios e regras constitucionais parecem ter sido descumpridas, senão também as regras da boa linguagem.
Ministra Cármen Lúcia, STF, no voto que referendou sua decisão monocrática pela suspensão liminar da posse dos novos vereadores (ADI 4307).Veja o texto da Emenda Constitucional nº 58/2009, "PEC dos Vereadores", ao qual a Ministra se refere:
Art. 3º Esta Emenda Constitucional entra em vigor na data de sua promulgação, produzindo efeitos:
I - o disposto no art. 1º, a partir do processo eleitoral de 2008; e
Ora - digo eu agora - a prevalecerem essas razões contra o texto da Constituição melhor será abandonarmos o recinto e sairmos por aí, cada qual com o seu porrete, arrebentando a espinha e a cabeça de quem nos contrariar. Cada qual com o seu porrete!
Ministro Eros Grau, STF, em voto proferido no Habeas Corpus 84.078-7/MG, rebatendo os argumentos de que a execução da pena apenas após o trânsito em julgado do processo consagraria a impunidade.
Será que apenas eu percebi o descaramento?A Record deve estar desesperada pra ganhar da Rede Globo e para isso está apelando de forma vergonhosa.Por ser uma televisão sustentada por uma igreja (há quem não acredite), pensávamos que teríamos uma programação mais, digamos, “família”. Esqueça. Coisa do passado. A regra agora é apelar e ficar bem pior que a imperiosa concorrente.Mas vamos adentrar na Fazenda (aquela fazenda está muito chique pra ser fazenda, deve ser de algum político corrupto, enfim...).Ontem não fui pra aula e fiquei em casa assistindo TV: Jornal aqui, umas indianas ali, zapeando acolá, a Fazenda, “Toma lá dá cá” e, no fim, a Fazenda de novo (sim, passou duas vezes ontem).Qual foi a primeira atração do “bendito” programa? Jogo da Verdade.“Vai dar merda”, pensei. Dito (pensado) e certo. Adivinhem sobre o que eram as perguntas: Sexo, sexo, sexo, sexo, sexo...Sem contar que o tal do Theo Becker (esse cara é aquele tipinho de “pseudo-artista” irritante que gosta de falar coisas sem noção e coisas “Zen” em geral: me irrita profundamente)agarrou a Babi Xavier por causa de alguma prenda da brincadeira, mas nem prestei muita atenção no que era. Só sei que ela tinha que fazer uma cena de amor com alguém, porém se recusou, então, o bom samaritano foi ajudar a moça e deu-lhe aquele beijo.Passado esse momento de baixaria inicial, o programa só voltou depois da novela “Poder paralelo”.Já tinha acabado “Toma lá dá cá”, quase hora de dormir, fui ver o que ainda se tirava daquilo.O programa começou com dois mulherões tomando banho. Irru!! Nada como mulheres bem avantajadas, se é que me entendem, pra chamar a atenção da galera e tomando banho só de biquíni então. Irru!! Vamos continuar assistindo. O ruim é que daí pra frente acabou a graça. O apelo sexual ficou apenas nas palavras dos participantes (como eles pensam em sexo, né? Eles e 99,9% da população mundial, temos que confessar.).Acho que os controladores das câmeras, editores, etc. deveriam fazer um estágio no Big Brother Brasil pra entender o que mostrar e o que não mostrar.Ficaram horas (“hiperbolicamente” falando) mostrando o Theo Becker alisar o pé da Babi e a Danni Carlos brincar com os animais. Fala sério, que empolgante. Sem contar nos péssimos microfones que os participantes usam. Eles não podem se mexer que o negócio chia pra caramba. Falando em “caramba”, cadê o pessoal do “piii” (aquele som de quando se fala palavrão)? Vários deles passaram despercebidos.Parece que a grande maioria dos “famosos” sofre de algum tipo de distúrbio do sono. Passaram algum tempo comentando sobre remédios para dormir, calmantes, etc. Alguns comentaram que já ter passado de quatro dias a uma semana sem dormir. Uau! Boa sorte pra eles. Meu problema é deixar de dormir, minha cama me ama.Ainda tiveram a coragem de colocar que o programa é impróprio apenas para menores de 10 anos. 10 anos? Esse povo está louco? Quem faz essa indicação etária nas TVs? Deveria ser no mínimo 15 anos. Conclusão: não tirei nada assistindo o maldito programa (a não ser esse post) e ainda perdi uma hora de sono. O melhor da noite foi um programa sobre médicos que passou na Band. Mostrando como eles realizam os atendimentos. Muito legal. Teve de tudo: corte na cabeça, no nariz, no braço, casos de alcoolismo (inclusive uma pessoa morreu), uma mulher foi jogada do carro, etc. Uma profissão muito bonita (tirando a parte do sangue).
Recebi esse texto por e-mail através do grupo no Yahoo! "Concursos Jurídicos Federais". Achei muito interessante, além de concordar com quase tudo, e resolvi postar. Veja se você é um concurseiro de verdade. Concurseiro que é concurseiro:1. Separa o edital em itens para facilitar os estudos2. Estudou e risca no edital o que estudou3. Não estuda por apostilas e as odeia4. Faz resumos, desenhos mnemônicos5. Ás vezes se desespera e chora escondido6. Não bebe sexta porque sábado tem que estudar7. Não bebe sábado porque domingo tem que estudar8. Domingo bebe pouco porque segunda tem que estudar9. Briga com a (o) namorada porque ela quer sair e você precisa estudar10. Quando sai em horário de estudo fica pensando que deveria estar estudando porque um monte de gente esta11. Fica lembrando dos artigos da constituição, mesmo na mesa de bar, pra ver se não esqueceu12. A coluna dói13. Os olhos doem14. A cabeça dói15. Sonha com a posse e pra quem vai ligar contando16. Tem umas 5 pessoas na lista que não gostaria de saber que você passou17. Você não vê a hora de contar para elas18. Liga para um amigo concursando e desabafa porque só ele te entende19. Sua família acha que você estuda demais20. Sua família cobra demais21. Sua família acha que é fácil passar22. As pessoas vivem perguntando se você já passou23. Fica nervoso ao ler o edital pela primeira vez24. Odeia quando tem matemática, raciocínio lógico e atualidades25. Come muito26. Ouve as histórias de viagens dos amigos e finge que ta feliz por ele27. Economiza pra pagar livros, inscrições e viagens para prova28. Sempre está sem dinheiro29. Sonha com o primeiro salário30. Não fica mais nervoso nas provas de tanto fazê-las31. O que você mais estuda é o que menos cai32. Depois de fazer a prova se sente aliviado e precisa tomar umas33. Não chora mais com a reprovação34. Não tem inveja, mas não fica feliz quando os outros passam...porque você também queria passar35. No dia seguinte da prova já começa a estudar outro edital

A União de Blogueiros Evangélicos, neste ato representada pelos associados abaixo assinados, vem, mui respeitosamente, repudiar publicamente a atitude do Excelentíssimo Ministro do Meio Ambiente, sr. Carlos Minc, que, no dia 18 de maio de 2009, durante discurso no Palácio Guanabara, em São Paulo, afirmou o seguinte: "Tem alguns momentos em que a Igreja erra feio. Um deles é a questão da camisinha. Se a gente fosse atrás da Igreja, quantas pessoas não estariam doentes? Outra questão é a da homofobia. Como é que uma religião pode dizer que é fraterna e solidária com todos se pressiona os parlamentares a não aprovarem a lei que criminaliza a homofobia?"; e ainda completou: "Quem se opõe à aprovação dos projetos que criminalizam a homofobia é corresponsável pela multiplicação dos crimes que nada têm de fraternos e solidários". Como que fornecendo o corolário para a discussão do problema, conforme as agências noticiosas, o ministro também forneceu o emblemático número de três mil crimes por homofobia, nos últimos dez anos no Brasil.Sobre o desastroso pronunciamento do sr. Ministro, a UBE entende:1) Que o Ministro pode e deve se manifestar no exercício democrático do seu juízo. Inclusive, discordando da posição da Igreja e dos cristãos de uma forma geral; afinal, a livre manifestação do pensamento é garantia assegurada pela Carta Magna em seu art. 5º, inciso IV. Garantia essa que, ironicamente, o PLC 122/2006 pretende acabar a pretexto da tipificação criminal da homofobia..2) Que o Governo Federal, representado naquele ato pelo então Ministro, enquanto Poder Executivo do Estado brasileiro, deve zelar para que todos os cidadãos tenham seus direitos resguardados em consonância com os dispositivos legais vigentes, de maneira isonômica e justa, independente de sua cor, raça, sexo, opção sexual e religião, conforme estabelece o artigo 5º, caput, da Constituição Federal, o qual estabelece que "Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes".3) Que o sr. Ministro acabou por atacar frontalmente todas as igrejas e entidades religiosas que se opõem a tais projetos legislativos, responsabilizando-as levianamente por aquilo que ele denomina de "multiplicação dos crimes que nada têm de fraternos e solidários". Entidades essas que, inclusive, estão inseridos os milhares de blogueiros evangélicos que assinam virtualmente a presente nota de repúdio;4) Que, da maneira infeliz e irresponsável como foi feito, o pronunciamento evoca uma separação de grupos sociais, de modo a suscitar uma luta de classes entre aqueles que são contrários e aqueles que são favoráveis aos projetos de lei de criminalização da homofobia. Luta esta inexistente, uma vez que nenhuma igreja aqui representada assassinou, instigou ou colaborou para que gays, lésbicas e simpatizantes sofressem qualquer tipo de violência; muito menos incita ou incitou ódio contra os homossexuais.5) Que o simples fato de apoiar ou não apoiar determinado projeto legislativo não significa necessariamente incentivo a um certo comportamento social; principalmente quando esse comportamento é maléfico para a sociedade. Com efeito, ser contrário à aprovação dos projetos que criminalizam a homofobia não é o mesmo que incitar o ódio ou a violência contra os homossexuais. Absolutamente. Afinal, se essa for a lógica padrão, concluiríamos também que o sr. Ministro é incentivador do uso de drogas, notadamente da maconha, isso porque, recentemente, ele mesmo participou de ato público onde pedia – aos gritos - a descriminalização do uso da maconha. Portanto, se essa idéia estiver correta, o sr. Carlos Minc é também "corresponsável pela multiplicação dos crimes que nada têm de fraternos e solidários" originados a partir do uso da maconha (furtos, roubos, homicídios, violência, etc.), bem como corresponsável pela destruição de milhares de famílias brasileiras que possuem dentro de casa viciados nesse tipo de droga.6) Que as igrejas aqui representadas se resguardam o direito ao exercício do mesmo juízo resguardado ao nobre ministro e discordam igualmente de suas palavras e do apoio a tais projetos. Desta forma, as igrejas e seus membros podem discordar de quaisquer opiniões que julguem contrárias à sua fé e crença, inclusive, entre si, e o fazem de maneira ordeira e responsável. Não lembramos de qualquer enfrentamento religioso, apesar das divergências pontuais entre as correntes evangélicas brasileiras, o que é sadio;7) Que, diante da afirmação de que nos últimos dez anos houve no Brasil 3.000 crimes por homofobia, se faz necessária a seguinte pergunta: Por que o ministro, ou seu correspondente na pasta da Justiça, não disponibiliza as investigações das 3.000 mortes? Porque muitos destes crimes foram sequer investigados! Entendemos que o emblemático número é fruto de mistificação grosseira e sintetiza a omissão e inabilidade do próprio Governo frente à crescente criminalidade de nossos dias. Senão leiamos um trecho de reportagem do Jornal do Commercio, do dia 15 de abril deste ano sobre o mesmo assunto. Na ocasião o jornal divulgava estatísticas semelhantes (grifos nossos):Os gays são mais "frequentemente assassinados dentro da própria casa", geralmente a facadas ou estrangulados. Já os travestis são executados na rua a tiros. O perfil dos criminosos é descrito assim pelo relatório: "80% são desconhecidos, predominando garotos de programa, vigilantes noturnos, 65% menores de 21 anos".Os gays são assassinados dentro de casa por 80% de desconhecidos!? Não lhes parece estranho? Veja como a contradição fica mais aparente quando se acrescenta predominando garotos de programa? Ou seja, na maioria das vezes, o gay chama um garoto de programa para sua própria casa, assumindo os riscos inerentes a esta atitude, e por alguma razão, os dois se desentendem e o gay é assassinado! Isso não é homofobia desde o início, porque, a priori, quem aceita um programa com um gay é porque gosta de sexo com ele.Apesar das mortes, que devem ser sempre lamentadas, as ONGs dos movimentos engajados desejam um tratamento específico ao problema. O que querem? Um policial para cada casa, para poderem fazer sexo em segurança com um desconhecido? Observemos, por oportuno, que a questão colocada em foco não é a violência como drama brasileiro, mas a que atinge especificamente a homofobia. Uma classe especial de apuração somente para os gays. Como se as demais mortes de brasileiros fossem menos importantes. Outrossim, o que dizer dos gays que morrem disputando parceiros? Ou isto não acontece? Ou os que se envolvem em brigas que não tem nada a ver com sua opção sexual e em decorrência delas são assassinados? Dos que se arriscam nos programas noturnos? Enfim, em que circunstâncias foram mortas cada uma destas pessoas? A alquimia esconde, por exemplo, os praticantes do bareback!8) Que tais projetos criam uma classe especial de privilegiados. Que de posse dos direitos especiais providos pelos projetos irão arguir as opiniões contrárias, de maneira agressiva e violenta, como já ocorre nos EUA. Decerto, a prevalecer a maneira tendenciosa como o Governo Federal cria políticas segregacionistas, um dia o Brasil vai ter uma Delegacia para apurar crimes contra os gays (aliás, já tem, só que com mais ênfase tem em vista os projetos em trâmite), outra contra os negros, os pardos, os amarelos, os narigudos, os baixinhos, os carecas, os gordos, os babalorixás, os que usam colete; enfim, contra cada categoria que reclame para si uma apuração diferenciada. Quando todos, repetimos, todos, os crimes deveriam ser apurados indistintamente, e nuances como sexo, religião, raça e opção sexual fossem contornos do fato. Exceto, nos casos em que há ligação explícita, como, por exemplo, os crimes praticados por neonazistas;9) Que o Governo Federal desde há algum tempo luta por reparações históricas. O que seria muito bom, se tais reparações não segregassem os brasileiros em castas. A segregação impõe uma classe. Tal imposição se configura racista, quando aloca privilégios. Repudiamos tal articulação, pois historicamente perseguidas pela Igreja Católica, por exemplo, as evangélicas, nunca ousaram reivindicar reparação alguma;10) Que a fala do excelentíssimo ministro Carlos Minc tenta mantê-lo em foco, desviando-o dos verdadeiros problemas de sua pasta, quais sejam, em resumo:a) Desmatamento recorde. Provavelmente ao término deste texto o tamanho de uma quadra de futebol de árvores foi abaixo, em nome da ilegalidade e da exploração desordenada;b) Poluição desmedida de nossos rios e costas. As matas ciliares estão em franco desaparecimento e os rios brasileiros agonizam;c) Crescimento desordenado de nossas cidades, com déficit sensível de saneamento básico;d) Impunidade nos delitos contra a natureza;e) Ausência de políticas de longo prazo para o meio ambiente, tais como implantação da sustentabilidade plena em áreas de preservação ambiental.Em suma, diante do fiasco à frente do Ministério do Meio Ambiente, o excelentíssimo senhor Carlos Minc procura desesperadamente por visibilidade advogando causas estranhas à sua pasta. Como militância na marcha da maconha e portavoz de evento gay.Assine esse abaixo assinato e divulgue